Lançamentos recentes
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Eterno
passageiro Poesia Ronaldo Costa Fernandes Prefácio de Antonio Carlos Secchin 128 páginas Preço de lançamento R$ 15,00 Onde encontrar? |
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As andanças de um eterno passageiro As impossibilidades humanas na poesia de Ronaldo Costa Fernandes Eterno Passageiro é o novo livro de poemas de Ronaldo Costa Fernandes, lançado pela Varanda Edições. Com prefácio de Antonio Carlos Secchin e texto de orelha assinado por Hugo Almeida, o volume reúne 56 poemas que reafirmam a linguagem lírica do autor. Fiel ao despojamento e a uma incontrolável inquietação, o poeta percorre caminhos sombrios, ainda que ensolarados, na tentativa de compreender o jogo de impossibilidades que, na condição de ser humano, é obrigado a enfrentar. Ronaldo Costa Fernandes é doutor em Literatura pela Universidade de Brasília. Maranhense criado no Rio e radicado em Brasília, morou durante nove anos na Venezuela, onde dirigiu o Centro de Estudos Brasileiros da Embaixada do Brasil em Caracas. Voltou ao Brasil em 1995, assumindo o cargo de coordenador da Funarte em Brasília, até 2003. Tem outros nove livros publicados. Eterno Passageiro é seu quarto volume de poemas, que se segue a Estrangeiro (1997), Terratreme (1998) e Andarilho (2000). O livro é publicado com o patrocínio do Fundo da Arte e da Cultura (FAC), do Governo do Distrito Federal. Não é por coincidência que seus livros de poesia, assim como este Eterno Passageiro, tenham sempre em comum, ainda no título, a idéia do movimento. Afinal, aquele que procura está sempre em trânsito. E até ao evocar a terra, que lembra porto e parada, a apresenta trêmula e instável. Ronaldo Costa Fernandes tem feito de sua poesia uma eterna busca de respostas às questões cruciais que incomodam o ser humano. Nessa busca, o mais importante não são, na verdade, as respostas, que jamais virão, mas a aventura de formular as perguntas. E a leitura de sua poesia, o que pode ser comprovado nas páginas de Eterno Passageiro, é a oportunidade que ele nos oferece de compartilhar a viagem. Pontos de venda de Eterno Passageiro Brasília: São
Paulo Ou
peça pelo e-mail
varanda[at]marino.jor.br
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Os dois volumes de Enquanto a chuva contam a história de Gervásio, personagem instigante que atravessa vales e montanhas, rios e cidades, enfrentando os mais diferentes tipos humanos, em incansável busca jamais resolvida, porque é a mesma busca empreendida pela literatura e todas as artes: a solução definitiva para o mistério humano. A linguagem de Pedro Paulo Ernesto é sinuosa como a trajetória de Gervásio, acidentada como a própria vida. |
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Trecho Enquanto a chuva A nudez do morto, de repente, envergonhou o amigo. Deitou a mãe na cama do filho, mocinha de guarda. Com esforço colocou o ex-patrão, agora menor na dimensão, em suas calças e camisa, agora de um homem diminuído dos sonhos e das ambições, o que aumenta o comprimento. E, então, à luz, a vê-lo de cima, toda a face alegre. Distendida, repuxada pela irradiação. A falta de luz nos olhos não escurecia. Clareado por Clarita. A explosão com tudo, nada retido, nada poupado. A face o falava. Como quem subira, achara, a sua festa, a que não vez de parar. "Convoca o legista." Nas suas costas o Delegado. A um canto, separado dos auxiliares funcionários, o nome. "Deputado federal Armando Mateus?" Telefonou ao médico, recuou do alpendre os visitantes. Indiferente aos presentes. O lugar uma pergunta ressoadora. O tempo descansa, o tempo alonga no ir do quarto de Miguelzinho ao quarto de Clarita. A mocinha tratara das roupas. Gervásio explicava quem e o quê. O legista colou ouvido e auriculares no corpo de face ridente. Com o poder de examinador, vencedor de qualquer resistência, virou de bruços o Armando Mateus. Gervásio respeitou sua impotência final, fechou os olhos. "Parada cardíaca." O legista ao dr. Delegado de Polícia. |
Outros livros
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| Poetas
Mineiros em Brasília poesia vários autores R$ 20,00 |
Teia poesia Cristina Bastos R$ 15,00 |
Além
de toda representação romance Pedro Paulo Ernesto R$ 20,00 |
Retratos
de mulher poesia Fernando Marques R$ 15,00 |
O
delírio dos búzios poesia Alexandre Marino R$ 12,00 |
A
morte da nobre senhora romance Pedro Paulo Ernesto R$ 15,00 |
Endereço postal da Varanda Edições:
Caixa Postal 6271 - Brasília DF - 70749-970
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Lançamentos / Poesia |
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Poetas Mineiros em Brasília Publicado pelo selo da Varanda Edições, que tem colocado em circulação literatura de qualidade feita em Brasília, o volume reúne 153 poemas de 16 autores, oferecendo uma síntese das obras individuais. O livro também tem o mérito de traçar um panorama da arte poética produzida em Brasília nos dias atuais, pois reúne autores atuantes na cidade. O prefácio é de Affonso Romano de Sant´Anna, que chama a atenção para a diversidade de linguagens e estilos, como se os autores traçassem dentro de Brasília – e do livro – a mesma diversidade geográfica que caracteriza Minas Gerais. “Poeticamente, Minas, um continente disfarçado em ilhas, se recriou em Brasília, e disto esta antologia dá provas”, afirma Affonso Romano. Quatorze cidades, de diferentes regiões do Estado, estão representadas no livro. Cataguases, fazendo jus a suas tradições literárias, comparece com três poetas. Curiosamente, a capital e principal cidade mineira, Belo Horizonte, não tem nenhum representante. São os seguintes os poetas selecionados: Alan Viggiano, Alexandre Marino, Anderson Braga Horta, Cristina Bastos, Danilo Gomes, Dilermando Rocha, Ésio Macedo Ribeiro, Joanyr de Oliveira, João Carlos Taveira, José Carlos Pereira Peliano, Lina Tâmega del Peloso, Marcos Bagno, Napoleão Valadares, Stela Maris Rezende, Wilson Pereira, além de Ronaldo Cagiano, que organizou o livro. O lançamento da antologia coincide com as comemorações dos 100 anos do ex-presidente Juscelino Kubitschek, o mineiro fundador de Brasília. No entanto, foram necessários três anos para que o projeto se tornasse realidade, desde que Cagiano começou a convidar os escritores para participar do livro. O resultado final mostra que valeu a pena a demora.
Poemas concisos e penetrantes como agulhas compõem “Teia”, o novo livro da poeta, fotógrafa e artista plástica Cristina Bastos, que está sendo lançado pela Varanda Edições em co-edição com Massao Ono, de São Paulo. Cristina dá prosseguimento a um exercício poético original e visceral, que teve início, para o público leitor, há exatos 10 anos, quando publicou seu primeiro livro, “Decerto o Deserto”. “Acolho o lado escuro/ agora que o tenho/ salta iluminado/ / aceito-o/ como que/ me rasgo.” Este poema, “Início”, é um bom exemplo dos labirintos por onde trafega a poesia de Cristina, assim como pode revelar os becos aparentemente sem saída a que ela conduz o leitor. Os poemas de “Teia” parecem desdobrar-se para dentro, levando o leitor a deparar-se com seus próprios mistérios. A poesia de Cristina exige sempre novas leituras. Por isso, é enganador o tamanho físico do livro, porque daquelas 80 páginas jorra uma poesia de grande densidade, a comprovar alguns dos mistérios de uma linguagem levada às últimas conseqüências. “Me cansa/ também/ o belo// exagero/ de castelo// por vezes/ no negror/ do calabouço// faço a festa/ do verbo.” Com uma tiragem reduzida, de 500 exemplares, carinhosamente numerados um a um pela autora, “Teia” cumpre a proposta artística de Cristina Bastos, e é um lançamento para despertar a atenção dos bons leitores de poesia.
Contatos com a autora: |
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Os sonetos de
Retratos de mulher correspondem a personagens retiradas de peças de teatro, de origens diversas. São 14 personagens,
abordadas em igual número de poemas. A proposta do autor foi de aludir às várias histórias, compactando-as na forma fixa e, no entanto, flexível do soneto. Todas as
personagens são mulheres trágicas. Fernando Marques, 43 anos, é jornalista, compositor e professor universitário em Brasília. É mestre em Literatura Brasileira pela UnB com trabalho sobre o humor no teatro de Nelson Rodrigues. |
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O futuro é previsível? Ou qualquer tentativa de compreendê-lo não passa de delírio? Essas questões, de tanto incomodar o jornalista e publicitário Alexandre Marino, deram origem ao livro O Delírio dos Búzios. Alexandre Marino toma de imagens inusitadas para construir sua poesia, que transmite a perplexidade do poeta diante do mundo, e dentro dele procura encontrar e propor caminhos. “Meu futuro entregue aos oráculos que choram/à miopia dos videntes/e ao delírio dos búzios.” Às portas de um novo século – e novo milênio – o mundo permanece enredado nas mesmas tragédias, incertezas, esperanças, descobertas. É a partir de algumas dessas condições inerentes à natureza humana que Alexandre Marino desenvolve seus poemas, como a tocar o dedo em feridas que não cicatrizam (“De braços dados/Deus e o Diabo chegam/sem pedir licença./Entre o céu e a terra/multidões esperam passar um cometa/e a próxima guerra”). A incapacidade dos homens para alcançar a paz, a tentativa de compreender o amor e a morte, a solidão como um enigma a nos instigar – eis alguns dos temas comuns à poesia de Alexandre Marino e explorados neste livro. “Qual o sabor/de um salto mortal/numa piscina/de formol?” Para Alexandre, a poesia não deve procurar respostas, mas aprofundar as perguntas. |
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As principais editoras investem em livros de escritores já consagrados, ou com perspectiva de grande mercado, e os distribuem nas maiores livrarias. Escritores iniciantes ou que realizam um tipo de literatura que não se enquadra no padrão best-seller dificilmente terão chance de lançar seus livros dessa forma. A saída, portanto, é a edição própria. Muitos escritores tentam esse caminho, mas quase sempre sem conhecimento suficiente do processo editorial e gráfico. Dessa forma, textos de boa qualidade são desvalorizados pelo resultado da edição. Além disso, o escritor nem sempre faz idéia do que está por vir quando o livro é entregue pela gráfica. É preciso ter um esquema de vendas preparado, e divulgar o livro para o público potencialmente interessado. É um erro supor que só os best-sellers vendem. Apesar da padronização cultural e editorial, ou até mesmo em função dela, existe um público curioso, carente e receptivo, aberto a novas propostas e capaz de grandes descobertas. A proposta da Varanda é atuar em parceria com autores que possuam obras capazes de preencher espaços alternativos e alcançar esse público diferenciado. Essa parceria deve ser entendida como uma prestação de serviços, que é vantajosa para ambas as partes, e está sujeita à aprovação do original pelo Conselho Editorial. Se você tem interesse em seguir esse caminho, entre em contato com a Varanda: varanda[at]marino.jor.br |