|
|
|
Seja bem-vindo. |
|
Alexandre Marino é jornalista, publicitário e escritor. Vive em Brasília, capital do Brasil. Atualmente é funcionário do Ministério da Educação (MEC). Foi repórter de alguns importantes jornais brasileiros. Poeta, publicou, até o momento, cinco livros. Tem textos em diversas antologias e editou revistas culturais. |
Sugestões de leituras
Aproveite para ler o artigo O Concreto e a Miragem, publicado no Correio Braziliense, sobre a construção da Biblioteca e as possibilidades de torná-la socialmente útil
|
|
OUTRAS LEITURAS NESTE SÍTIO
A escrita de Alexandre Marino: — Reportagens Resenhas de discos — Sessão Nostalgia
Na página Leituras de Livros, uma resenha sobre o romance Cemitério de pianos, do português José Luís Peixoto, o primeiro livro de Leonard Cohen lançado no Brasil — Atrás das linhas inimigas de meu amor, e o romance O Exército Iluminado, de David Toscana, entre outros livros. |
Contato:
Correspondência
Caixa Postal 6271
Atualização 11 / janeiro / 2009 |
Livros do autor
![]() Publicado em 1999, O Delírio dos Búzios representou a volta de Alexandre Marino aos livros, depois de 18 anos. A edição está esgotada, mas alguns poemas podem ser lidos aqui. |
|
"Não hesito em colocar Alexandre Marino, com este Arqueolhar, entre os grandes poetas do Brasil", escreveu o crítico e acadêmico Antonio Olinto na Tribuna da Imprensa (leia). Neste livro, o autor revisita sua infância, promovendo o encontro do homem amadurecido com o menino do passado. |
![]() Lançado em edição restrita, fora do comércio, Poemas por Amor contém uma pequena coleção de versos que Alexandre Marino dedica a sua companheira e musa, Nádia. |
|
Conheça aqui alguns dos livros e autores publicados pelo selo Varanda, criado por Alexandre Marino |
Poemas e crônicas |
Leia aqui algumas reflexões do autor sobre jornalismo e mídia, além de algumas reportagens publicadas recentemente na imprensa de Brasília. Resenhas de livros e discos podem ser lidas aqui. |
Foto em destaque Giverny, templo de Claude Monet
Nos últimos 20 anos de sua vida, o pintor impressionista francês Claude Monet (1840-1926) isolou-se no vilarejo de Giverny, a 70 quilômetros de Paris, e criou algumas de suas obras-primas, até morrer aos 86 anos e deixar para sempre sua marca no lugar. Giverny, que guarda os restos mortais do artista no Cemitério da igreja local, preserva com carinho os jardins da casa onde ele viveu. Ao caminhar por ali, o visitante às vezes tem certeza que deparará com Monet diante de uma tela, pintando as paisagens inesquecíveis que lá deixou. [Outras fotos de Alexandre Marino podem ser vistas no Flickr.] |
Mapa do Sítio
Arqueolhar
Arqueolhar-2
Arqueolhar-3
Notícias
Poesia
Sopa de Pedras [3]
Viagem a Bagdá
Imprensa e mídia
Reportagens
Leituras [Música]
Breve História de um Sonho
Sessão Nostalgia
Livros da Varanda
|
|
Redação de
textos e projeto visual: Alexandre Marino.
Contatos: Este sítio é monitorado pelo Google Analytics. |
Sítios amigos |